A primeira referência está na sua casa.
Antes de abrir um catálogo, olhe para o piso, para os móveis e para a luz. Um verde que funciona com madeira quente pode ganhar outra leitura ao lado de uma pedra fria. A pergunta útil não é só “de qual verde eu gosto?”, mas “com o que ele vai conviver?”.
Escolha uma ou duas referências que você quer preservar. Uma cortina, um sofá ou uma bancada já ajudam a reduzir as possibilidades e a construir uma composição mais pessoal.
Uma base, uma conexão, um acento.
Uma combinação pode começar com uma base clara, um verde que conecta os planos e um tom de destaque. Não existe uma proporção obrigatória: a arquitetura e os objetos mudam a quantidade de cor percebida.
Na sala oliva desta edição, o azul aparece como acento. Na cozinha sálvia, a madeira e o caramelo criam o calor. É a relação entre os tons, e não um código isolado, que dá identidade à cena.
O mesmo verde em outra luz.
Compare amostras na parede que será pintada. Observe o ambiente com luz natural e com as luminárias acesas. Sombras, reflexos do exterior e temperatura das lâmpadas podem alterar bastante sua percepção.
Uma cor digital é um ponto de partida. Antes de comprar tinta, confirme o produto, o catálogo e uma amostra física no seu espaço.
Da inspiração à conversa.
Abra os ambientes abaixo e experimente as combinações. Guarde as que fazem sentido para você e conte à KECOR onde pretende usar a cor. O profissional avalia a superfície, o sistema de pintura e o escopo antes de apresentar uma proposta.


